Olha que lusho, poder, sedução e sensualidade na ruas de Londres. Cheguei na capitar inglesa, peguei um trem e uma menina estava tomando uma garrafa de Freixenet dentro do metrô. Achei diferente! Então andando pela rua, eis que encontro um café brasileiro, Ipanema Café, que vende Guaraná Antartica. Fiquei tão feliz com a descoberta, cheguei a dar pulinhos. Talvez fiquei mais feliz que a loira e sua champagne. Cada um na sua simplicidade, né? #condições!
Fiz o Johnny experimentar. Ele curtiu tanto, até pediu uma só pra ele.
O Johnny é um amigo da Ucrânia que eu conheci em Praga, na Republica Tcheca, naquele bar que eu fui sozinho. Ele mudou-se para Londres e quando soube que iria essa semana, avisei e saímos pela cidade para caminhar e tomar muito café no frio.
Na passada por Nothing Hill paramos para uns engordantes deliciosos cupcakes.
Essa visita à Londres foi diferente, como o horário do vôo não me permitiu sair à noite, não teve as usuais baladinhas, porém tive uma tarde muito agradável indo de lá pra cá com o Johnny, vendo as lojinhas e ruas da cidade que ainda não tinha visitado.
No último post falei sobre o vôo à Dublin, na Irlanda. Falei que foi um vôo um pouco mais cansativo que o comum, chegamos mortos à linda cidade irlandesa. Dublin é uma cidade muito charmosa! A arquitetura é linda, as casas tem aquelas famosas “portas de Dublin”, que estampam os cartões postais.
Dublin tem também aqueles famosos bêbados divertidos, que bebem alcool como se fosse água e querem abraçar todo mundo. Inclusive no vôo, dois passageiros tentaram me agarrar, se não fosse um vôo pra Dublin eu poderia ter chamado a polícia à bordo, pois até a mão da minha bunda eles passavam, mas como eram os divertidos de Dublin, todo mundo ria. No aeroporto, eles me viram e só faltavam me jogar pra cima, gritando meu nome.
A única coisa que deu pra fazer, dada a nossa canseira, foi sair pra sentar num pub e beber. Este da foto é um dos mais famosos de Dublin, The Temple Bar. O pub foi fundado há mais de 160 anos. Sentamos e percebi que quase todos os grupos de pessoas, inclusive as pessoas que trabalhavam no pub, era de brasileiros. Vi até dois rapazes tentando ensinar português a um francês. Coitados! Achei que talvez o pub fosse um reduto de brasileiros. Que nada. Do pub até o hotel, cerca de 20 minutos, passamos por cerca de 8 grupo de brasileiros. É algo impressionante, mais do que em Londres!
Para aqueles que querem aprender inglês, sugiro que, assim como de Londres, fujam de Dublin também. Já falei com alguns amigos que moraram lá e é impossível aprender inglês dada a quantidade de brasileiros.
Diferente da maioria, eu adoro encontrar brasileiros por aí, conversar e ver que cada um está se virando e sendo feliz de alguma forma. Ah, e diferente da maioria, eu fico feliz que o Michel Teló está fazendo sucesso, mesmo não sendo fã dele.
Há décadas que a profissão de comissário de bordo não tem mais glamour. Não aquela da época da Pan Am. Existe aquela coisa especial, pois o comissário faz durante todo o ano o que as pessoas planejam durante todo ano, ou anos: Viajar. Fora isso, não tem muito nada em especial, é um trabalho.
Sempre vejo comerciais que mostram comissários desfilando como se fossem modelos e penso que isso é um pouco longe do que acontece na vida real. Veja o comercial abaixo da Lufthansa.
Porém este mês eu trabalhei no vôo inaugural da firma à Dublin, na Irlanda. Para quem não é do meio, o vôo inaugural é um vôo especial, pois vai toda a delegação da empresa, jornalistas e políticos de ambos países. Ou seja, a tripulação é escolhida a dedo 3 meses antes do vôo. Eu fui escolhido em meio aos milhares comissários da empresa. Fiquei feliz por ser lembrado, pois, no meio corporativo, quando alguém lembra de você é motivo de festa.
Uniforme de inverno pra aguentar o frio irlandês.
O vôo é um pouco mais difícil, pois como há muitos VIPs a bordo você cuida pra não fazer ou falar merda bobagem. A chegada à Dublin foi diferente. Começando ao tradicional escolta de carros de bombeiros quando o avião pousa à nossa saída da aeronave. Parecíamos seres de outro mundo, pois como o uniforme das meninas é um pouco diferenciado, todo mundo olhava e pedia para tirar foto. Fora o fato de que todo mundo que estava no aeroporto sabia que era o vôo inaugural.
Em um momento lembrei do comercial acima, parecido com o vídeo, a menina irlandesa ficou toda eufórica, pois tirou uma foto comigo. Oh, que fofa!
E para aqueles que desejam ser comissários de bordo, pensem que a profissão não tem glamour, mas nem todo publicitário tem um comercial no intervalo da novela das oito e segundo meu amigo (futuro) médico, Fausto Steckel, no SUS também não tem nenhum glamour, habib.
Este mês eu me diverti e me emocionei assistindo a linda e meiga Maria Flor no programa da MultiShow, Todo Mundo.
A atriz Maria Flor é uma fã de Londres desde adolescente e resolveu fazer um programa de 4 episódios entrevistando jovens brasileiros que moram em Londres. O programa é basicamente um documentário divido em 4 partes sobre pessoas que saíram de casa por motivos diversos e que encontraram a felicidade em Londres. E quem não encontraria felicidade em Londres, né Brasil?
A edição ficou linda e o programa inteiro ficou fofo demais! Abaixo está o quarto, e último, episódio da série.
O projeto Blogagem Coletiva é uma iniciativa da Claudia Beatriz, autora do Aprendiz de Viajante. Ela foi nomeada para participar através de um blog escrito em inglês e aproveitou para começar a convidar os blogs brasileiros. A ideia principal é criar um banco de artigos mais antigos que merecem mais divulgação. Conheça as Regras do Blogagem Coletiva.
Fui convidado pelo Guilherme Tetamanti, autor do Viajando com Eles. Os 7 links sobre viagens e turismo do Dan Rodrigues são:
Sempre brinquei com esse trocadilho da sonoridade da palavra Amsterdam com a frase “I’m Mr. Dan”, ou em português “Eu sou o Sr. Dan”. Eu sei que é bobagem, mas eu me divirto. Ok, vamos ao que importa!
Fui escalado para fazer um vôo à Hamburgo, na Alemanha, no dia 23 de dezembro. Porém uns amigos mandaram e-mail dizendo que estariam em Amsterdam para o natal e que seria muito bacana se eu conseguisse ir também. Consegui trocar o vôo, e lá fui eu à Amsterdam.
Encontrei com eles em frente ao museu do Van Gogh. O museu é fantástico, porém eu não faço ideia de como é por dentro, eu vi pelo site, ou você acho que este seria um post pseudo-intelectual? Se quiser saber como é o museu, entre no site e veja. O museu foi nosso ponto de encontro, pois eu queria tirar uma foto de turista em frente ao letreiro famoso e beber. Eis ela aqui:
Entramos em um dos famosos coffe shop, pois eu precisa ver com meus próprios olhos. Sim, as pessoas sentam pra tomar café ou beber e fumam maconha na sua frente, sem problema algum. Está no cardápio! Eu sei que isso não é novidade, todo mundo fala disso antes mesmo da minha finada avó dançar um vanerão, mas é algo que impressiona. A propósito, a cidade cheira fede a maconha. Eu até acredito que o final da minha noite deu-se a isso, o cheiro é tão forte que eu devia estar chapado. Não, eu não fumei maconha!
Últimos momentos do ano, sempre dá aquela nostalgia da infância, lembramos de pessoas queridas, família e eu lembro também dos meus queridos pais que já não estão mais aqui e espero que não possam me ver, pois se puderem, minha mãe deve estar tomando algum remédio pro coração lá no céu.
Lembram do meu post do ano passado? Eu contei aquela minha bobagem dos três pedidos, que todo final de ano eu faço três pedidos para o gênio da lampada ano que começa. Pois estão, cá estou eu novamente para falar deles.
You could travel the world
But nothing comes close
To the golden coast
Once you party with us
You’ll be falling in love
Oh oh oh oh
California gurls
We’re unforgettable
Esse ano, mesmo com oportunidade de viajar o mundo, nas três férias que tive fui ao Brasil, mais especificamente, à Porto Alegre. Morei 5 anos lá e além de amigos, fiz família. Sempre quando vou me divirto muito, pois a companhia dos meus amigos são incomparáveis aos fast friends que faço ao redor do mundo. Amo ir a essas festas que todo mundo se conhece, bebe da cerveja de todo mundo, rouba o copo do outro e ninguém está nem aí. Diversão é o que importa.
Vi hoje esse vídeo acima da festa Candy Shop, que rola na casa “Astro Club” (super recomendo), e me fez pensar sobre isso. Eu estava nesta festa, e, embora bêbado, consegui fugir da câmera, ao menos do vídeo, pois olha a foto aí abaixo.
E isso é a vida, saber curtir junto com as pessoas que você ama e que te deixa feliz. As minhas california gurls, que eu chamo carinhosamente de “galerê”, sempre me deixam mais do que feliz. Mesmo que eu veja alguns por 30 minutos ou apenas para um almoço. É como diz a Katy Perry, você pode viajar o mundo, mas nada se compara… as meninas da california são inesquecíveis!
Mesmo que a minha califórnia seja em Porto Alegre.
Esse post estava engavetado, como existem outros, por preguiça falta de tempo de colocar legenda no vídeo.
Lembram aquela vez que eu fiquei chocado por estar na China e o Facebook e o Youtube serem bloqueados. Bom, no outro dia eu acordei cedo e saí do hotel, né? Pois, quem me conhece sabe que não vivo sem internet. Fui com essa dupla querida que aparece no vídeo ver as Muralhas da China. Aquela, segundo Wikipedia, impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial e que aparece no filme da Mulan.
No final do vídeo fazemos um vandalismo de auto-ajuda. Finja que é um VHS e veja até o fim.
A estrutura impressiona mesmo, é muito lindo. O dia que fomos era feriado então estava lotado de gente. Todos eles de olhinhos puxados e sorridentes. Houve um momento que eu estava olhando para a paisagem e foi juntando umas 4 pessoas na minha volta, quando virei, plaft! Flash na minha cara. Aí eu percebi que os 4 estavam tirando foto comigo, tipo, sem pedir. Quase perguntei se eu tava famoso na China com meu humilde blog. Ahh Tá! Depois que eles tiraram a foto deles, eu fiz questão que eles ficassem e fizessem cara de chineses pra foto. Olha aí que coisa fofa!
Até eu fiz pose de chinês nesta foto à la “onde está Wally?”.
Depois desta manhã continuamos dando passeios pela cidade de Pequim. Fomos à Cidade Proibida, mas não entramos. Resolvemos gastar nosso humilde dinheirinho em coisas falsificadas no shopping especializado em coisas falsificadas. Ha-Ha-Ha (risada maligna).
É, na China é assim, tudo calmo como água de poço, nada muito extreme. Por isso que eu prefiro o lado de cá do mundo.
Isso foi o que disse, em meio a escuridão da rua em frente a uma lojinha, uma vendedora negra. Ficamos por 5 segundos em silêncio tentando entender o que não era pra contar pra ninguém, afinal tínhamos acabado de ver guardas armados com metralhadoras. Depois de mais uns 5 segundos em silêncio, a vendedora começou a rir e disse a menina que estava comigo: Estou apenas lendo sua camiseta! Sim, na camisa da menina dizia “por favor, não conte a ninguém” e a gente achando que estávamos frente a alguma cena de tensão social.
Chegamos em Campala, capital da Uganda, alertados sobre o perigo de malária. Mesmo aconselhados a ficar no hotel, que na verdade era um resort, convidei uma das meninas para sair comigo. A cidade é deprimente. Muita pobreza e eu só não fiquei assustado, pois, desde Calcutá, acho que estou ficando com o olho acostumado com diferentes realidades.
Saímos para ir até um museu, porém como já estava anoitecendo e o trânsito muito parado, quando chegamos o museu estava fechado. Algo que chama atenção é que guardas, como o guarda do museu, usam armas grandes, não entendo de armas, mas algumas parecia submetralhadoras ou carabinas. É comum você ver qualquer guarda carregando essas armas.
Guarda do museu em Uganda
Como o museu estava fechado, fomos até uma loja, a tal maldita rua escura que falei no inicio do post. Aliás, não era apenas essa rua. Todo o caminho de volta, cerca de 30 minutos, eu não vi iluminação pública. Era uma quantidade absurda de gente nas ruas e somente iluminado pelos faróis dos carros.
Já as residencias, algumas tinham rede elétrica, outras não. Percebi que a maioria dos estabelecimentos comerciais eram iluminados com velas. Um deles que vendia frango assado, tinha vários frangos expostos num meio circulo com uma vela no meio. Parecia, com todo respeito aos adeptos, mais uma despacho de macumba.
Fiz esse vídeo de um minuto mostrando o trajeto esse trajeto até o hotel. Na parte final do vídeo dá pra ter uma noção da escuridão das ruas.
Na loja que fomos eu acabei comprando o ima de geladeira que eu coleciono para minha irmã e uma pequena escultura feita de pedra sabão que lembra um coração. Segundo as vendedoras, é o símbolo do amor, que, como pequena escultura, não tem começo nem fim.
Símbolo do amor, sem início e sem fim.
Uganda, além ser famosa pela pobreza, é também conhecida pela forma brutal que condena homossexuais. Pessoas que são descobertas gays são presas e se tiver reincidência no crime são condenados a morte. Há ESSE vídeo que mostra o povo queimando um homem vivo em praça pública por ele ser gay. Se você não tem estomago forte, nem clique.